Novo programa habitacional do governo Minha Casa Verde e Amarela - SÉRGIO MIRANDA NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS EIRELI

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Novo programa habitacional do governo Minha Casa Verde e Amarela


Entra em vigor o Minha Casa Verde e Amarela. Novo programa habitacional que irá substituir o Minha Casa Minha Vida.





Na ultima semana do mês de novembro, entrou em vigor o novo programa habitacional que irá substituir o MCMV (Minha Casa Minha Vida): Minha Casa Verde e Amarela. O pragrama foi lançando no segundo semestre desse ano de 2020 no Governo Bosonaro, e diferente do programa anterior criado no segundo governo Lula (2007-2011) , que atendia o seu publico alvo em três faixas de financiamento, o Minha Casa Verde e Amarela passa a dividir o público alvo em 3 grupos e, terá redução na taxa de juros, além do financiamento de imóveis, também prevê ações voltadas à regularização fundiária, reforma de imóveis e retomada de obras.





Esses são os seguintes grupos:





Grupo 1 – famílias com renda de até R$ 2 mil mensais





Grupo 2 – famílias com renda entre R$ 2 mil e R$ 4 mil mensais





Grupo 3 – famílias com renda entre R$ 4 mil e R$ 7 mil mensais





No Grupo 1, onde estão as famílias condições financeiras menores, o governo  elas poderão ser beneficiadas com financiamento habitacional com juros reduzidos; unidade habitacional subsidiada; regularização fundiária e reforma de imóvel.





Nos grupos 2 e 3, é possível ter financiamento, com taxas um pouco maiores que as do grupo 1, e a regularização fundiária.





E que famílias das regiões Norte e Nordeste vão contar com taxas menores, que poderão chegar a 4,25% ao ano, para cotistas do FGTS.





Grupo 1/Norte e Nordeste: a partir de 4,25% ao ano





Grupo 1/demais regiões: a partir de 4,5% ao ano





Grupo 2/Norte e Nordeste: a partir de 4,75% ao ano





Grupo 2/demais regiões: a partir de 5% ao ano





Grupo 3: a partir de 7,16% ao ano em todo o país





O Minha Casa Verde e Amarela terá uma atenção maior para as famílias do Norte e Nordeste, porque segundo o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, nessas regiões as famílias tem renda menor e isso contribuiu para que não conseguissem  acesso ao crédito no MCMV. Para ele, isso justifica o tratamento diferenciado.





“Quando se abre financiamento habitacional no Brasil, normalmente Sudeste, Sul e Centro-Oeste se apropriam do recurso com rapidez muito maior, porque as famílias nordestinas têm uma faixa de renda muito deprimida”, disse o ministro.





Reduzindo as taxas de juros, o governo federal permitirá que mais famílias do norte se nordeste possam acessar o crédito habitacional, já que a legislação estabelece que a prestação não pode comprometer mais do que 30% da renda mensal.


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